Psicotropicus - Centro Brasileiro de Política de Drogas

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Repressão ao uso de drogas em comunidades com UPP

Inaugurada há duas semanas, a UPP da Fazendinha (no Complexo do Alemão) registrou no último domingo o primeiro incidente violento. E não se trata de um conflito entre policiais e traficantes resistentes ao programa de pacificação.

A vítima foi Evandro Luciano de Oliveira, de 15 anos, baleado com um tiro que atingiu as costas e perfurou o peito do adolescente. Ele está internado no Hospital Salgado Filho, no Méier, e não corre risco de morrer. Seu quadro de saúde é estável.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Reta final do financiamento Coletivo da Marcha da Maconha!

Sem contar com a ajuda de grandes apoiadores o movimento Marcha da Maconha sobrevive com a colaboração financeira dos próprios ativistas e manifestantes. Para fazer a Marcha deste ano galera de São Paulo lançou um projeto no Catarse com a ousada meta de arrecadar 15 mil reais para a manifestação da capital paulista.

Funciona assim: é tudo ou nada! Se a meta de 15 mil não for atingida o dinheiro será devolvido aos doadores e a Marcha terá que buscar uma nova fonte de arrecadação.

Faltam apenas cinco dias para o encerramento das doações e aproximadamente 5 mil reais para bater a meta! Confira aqui como este dinheiro será utilizado. Topa ajudar?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mais um problema na conta da guerra às drogas

nigelNão faltam argumentos para criticar a guerra às drogas: fracasso na tentativa de controle das substâncias ilícitas, violação da soberania dos países produtores, aumento da corrupção de agentes públicos, carência de investimento na saúde dos usuários e muitos outros.

Além de todos os problemas citados acima o pesquisador Nigel Inkster, diretor da divisão de Ameaças Transnacionais e Riscos Políticos do instituto de pesquisas britânico International Institute for Strategic Studies (IISS), aponta para uma crise segurança institucional gerada pela guerra às drogas.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O abuso de drogas que não são tratadas como drogas

Antes de falar em política de drogas é preciso entender o que são drogas e saber reconhecer todas. Na quarta edição do programa Drogas e Cidadania o Conselho Federal de Psicologia explora a questão do uso e abuso de drogas, que muitos não classificam como droga. Veja, aprenda e compartilhe!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Presidente Molina contra guerra às drogas!

Um nome ganhou força no continente americano quando o assunto é descriminalização drogas: o presidente da Guatemala Otto Perez Molina. E olha que estamos falando de um general da reserva do exército, que poderia muito bem manter o discurso de manutenção da guerra afinado com o militarismo. Durante a campanha ele prometeu "esmagar os cartéis com punho de ferro".

Presente na Cúpula das Américas, Perez Molina disse que a proposta de descriminalização será apresentada durante a reunião com os líderes políticos. Ele admitiu que dificilmente haverá consenso sobre as propostas, inclusive dos Estados Unidos. Da Colômbia, México, Argentina, Uruguai e Chile Molina espera conseguir alguns apoios.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Primeiro Relato da Cúpula das Américas 2012

por Luiz Paulo Guanabara

Cartagena, 11 de abril de 2012

O ambiente lembra um Fórum Social ou um Congresso brasileiro de HIV. Cheguei um pouco atrasado, e sentei a mesa dentro do salão do Eixo Segurança, que é o único diretamente relacionado com política de drogas.

Outro tema a que se poderia relacionar o trabalho da Psicotropicus é sobre Acesso e Utilização de Tecnologias, pois analisa os problemas de dificuldade no acesso a informação sobre saúde e educação, especialmente nas zonas rurais e mais afastadas. A integração dessas regiões favoreceria o desenvolvimento social e econômico, reduzindo desigualdades.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

DROGAS E DEMOCRACIA: um debate Urgente!

Debate com especialistas e interessados na relação entre drogas e democracia, abordando questões sobre legalização, descriminalização, comercialização, legislação, política de redução de danos e experiências internacionais.

> Quarta-feira, 11 de abril, 19h30

> 30 vagas

> Atividade gratuita

> É necessário reservar por e-mail (secretaria.bkc@baukurs.com.br) ou pelo telefone 2246-6242

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Um Panorama Fotográfico do Crack no Brasil

Uma equipe de reportagem da Agência Reuters visitou as maiores cidades do país para conhecer os principais pontos de consumo de crack. As imagens revelam uma semelhança entre todos os locais.

O ambiente de degradação social está presente em todas as fotografias, expondo uma mazela que as políticas públicas de enfrentamento a droga ainda não estão dispostas a enfrentar com o investimento necessário. Fala-se muito na dependência química, mas esquecem do abandono social da população de rua.

Salvador

domingo, 1 de abril de 2012

Apoio ao Pronunciamiento hacia la VI Cumbre de las Américas

Apoio ao Pronunciamiento hacia la VI Cumbre de las Américas
Por Luiz Paulo Guanabara

O Centro Brasileiro de Política de Drogas - Psicotropicus apoia em sua totalidade a reivindicação pela redução da violência contra as mulheres feita pela Articulación Regional Feminista por los Derechos Humanos y la Justicia de Género. Mais uma agenda que trata de questões sociais onde a política de drogas vigente está presente. O proibicionismo não presta pra nada mesmo, a não ser alimentar um grupo de delinquentes muitas vezes instalado nas secretarias de segurança dos governos. O proibicionismo destroi o meio-ambiente, alimenta o crime organizado, ajuda a financiar outros crimes, como terrorismo, trafico de pessoas e toda a série de insanidades criminosas derivadas do DNA corrompido de um tipo humano muito poderoso, mas extremamente corrupto e nocivo.

Uma política que enfraquece e violenta a mulher, certamente podemos dizer que uma das razões para a existência da Psicotropicus é combater uma política dessa. E mais uma vez nos deparamos com os distúrbios causados pela política de drogas vigente, essa política que o governo brasileiro apoia por falta de vergonha na cara: porque são os países latino-americanos os que mais se fodem com a política de drogas imposta - independente de se o país quer ou não - pelo governo estadunidense.