publicado neste Blog por: Luiz Paulo Guanabara
Psicotropicus - Centro Brasileiro de Política de Drogas
quinta-feira, 5 de junho de 2014
REFLEXÅO: ABORTO X CRACOLÅNDIA
publicado neste Blog por: Luiz Paulo Guanabara
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
VIOLÊNCIA E O TRÁFICO DE DROGAS
publicado neste Blog por: Luiz Paulo Guanabara
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Tudo ou quase tudo que você não sabia a respeito da Marcha da Maconha em 4 de maio de 2002 no Rio de Janeiro
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Proibição da maconha é “cultura atrasada” e inconstitucional, diz juiz do DF
domingo, 26 de janeiro de 2014
DROGAS ADULTERADAS
“As drogas não são proibidas porque são perigosas. Elas são perigosas porque são proibidas.”
(Este livreto destina-se a consumidores, suas famílias e amigos. Seu propósito não é estimular o uso de substâncias psicoativas, mas fornecer informações para reduzir riscos e danos que possam estar associados a este consumo.)
A política de Guerra às Drogas imposta pelos EUA há mais de 50 anos já se provou ineficaz. A proibição não diminuiu a produção e muito menos o consumo de determinadas drogas, mas sim acarretou graves consequências à sociedade como um todo e aos usuários em particular.
À sociedade porque fomenta o tráfico ilegal das drogas ilícitas, aumentando a violência nas grandes cidades. O crime organizado se torna mais poderoso e adquire mais armamentos através do contrabando e da corrupção de policiais - e até de militares das forças armadas -, para sua defesa e proteção dos lucros. A polícia por sua vez endurece o combate, e essa política de drogas tem se provado desastrosa, como, aliás, qualquer política cujo custo-benefício seja um aumento do problema que pretende resolver. O constante aumento do consumo e da venda de drogas ilícitas, assim como o fenômeno do crack no Brasil - e o escândalo provocado -, não deixam dúvidas sobre isso.
Exposição da pesquisa "Drogas Adulteradas" no estande do Coletivo Balance no Universo Paralello 12 - Praia de Pratigi, Bahia
O ESTANDE DO BALANCE - Mercado Municipal
MURAL ECSTASY e LSD
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A “Droga” (dos fariseus)
"Quanto mais "droga" é confiscada pelos órgãos de repressão com as benesses de uma lei dúbia que proíbe certos produtos e certos vegetais e permite o comércio de outros, que são da mesma natureza e têm o mesmo propósito, embora possam também ter outros propósitos, mais "droga" invade o mercado, e com maior pureza. E quando alguém diz "droga", assim, no singular, uma coisa abstrata que tem diferentes significados no senso comum e todos eles errados, comete um erro equivalente a um erro de concordância verbal ou nominal, só que pior: ele nem sabe do que está falando. Quando alguém diz "droga", essa coisa bizarra e nefasta, ughhh!, fere os ouvidos e me repugna. Na maior parte das vezes, são de repórteres que ouço essa incompreensão."
Vincent Braz – colaborador blogueiro
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Moção em Apoio a Pesquisas com Substâncias Psicoativas
Editado e aumentado a partir de moção eleborada pela ABRAMD em seu 4o Congresso, realizado em Salvador na semana passada. A moção foi entregue na ocasião ao representantre da SENAD; o conteúdo espandido neste texto é de responsabilidade do autor.
por Luiz Paulo Guanabara
Os participantes do IV Congresso Internacional da ABRAMD, realizado em Salvador entre 31 de Outubro e 2 de Novembro de 2013, vem instar os órgãos governamentais, notadamente a SENAD e a ANVISA, nas suas respectivas áreas de atuação, a incentivar, fomentar, financiar e, especialmente, autorizar a realização de pesquisas e tratamentos clínicos utilizando substâncias psicoativas hoje consideradas ilícitas, como a maconha, a folha de coca e a cocaína, assim como as drogas usadas em festas, como o ecstasy e o LSD, reconhecendo as inegáveis evidências apontadas em pesquisas e experimentos internacionais sobre os benefícios desses produtos.
E cumprindo o que dispõe o art. 2o. parágrafo único da Lei 11.343./06, repudiar qualquer tipo de censura, punição ou discriminação em relação aos pesquisadores que realizem ou pretendam realizar esse tipo de investigação. Cientistas que fazem juz a esse nome não devem ter medo de compreender que a verdade das novas evidências talvez contradiga completamente o conhecimento que têm de determinados objetos de investigação. E devem parar de sustentar a mentira e a hipocrisia e pensar que um mundo melhor para todos é possível.
Apoio:
Psicotropicus – Centro Brasileiro de Política de Drogas
sábado, 26 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Livro “Maconha: Mitos e Fatos” - imagem do website
Abaixo dos menus, à direita, vc pode ver a imagem do livro Maconha: Mitos e Fatos. Com uma doação mínima de 25 reais vc pode receber em casa esse livro fundamental da literatura em português sobre a cannabis, tradução de uma pesquisa que abrangeu toda a literatura científica sobre a maconha no Século XX. Os autores são um especialista em psicofarmacologia, John P. Morgan, e uma socióloga, Lynn Zimmer.
Com o website fora do ar, não é mais possível fazer uma doação pelo PagSeguro e receber o livro, apenas por depósito bancário.




