publicado neste Blog por: Luiz Paulo Guanabara
Psicotropicus - Centro Brasileiro de Política de Drogas
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
VIOLÊNCIA E O TRÁFICO DE DROGAS
publicado neste Blog por: Luiz Paulo Guanabara
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Tudo ou quase tudo que você não sabia a respeito da Marcha da Maconha em 4 de maio de 2002 no Rio de Janeiro
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Proibição da maconha é “cultura atrasada” e inconstitucional, diz juiz do DF
domingo, 26 de janeiro de 2014
DROGAS ADULTERADAS
“As drogas não são proibidas porque são perigosas. Elas são perigosas porque são proibidas.”
(Este livreto destina-se a consumidores, suas famílias e amigos. Seu propósito não é estimular o uso de substâncias psicoativas, mas fornecer informações para reduzir riscos e danos que possam estar associados a este consumo.)
A política de Guerra às Drogas imposta pelos EUA há mais de 50 anos já se provou ineficaz. A proibição não diminuiu a produção e muito menos o consumo de determinadas drogas, mas sim acarretou graves consequências à sociedade como um todo e aos usuários em particular.
À sociedade porque fomenta o tráfico ilegal das drogas ilícitas, aumentando a violência nas grandes cidades. O crime organizado se torna mais poderoso e adquire mais armamentos através do contrabando e da corrupção de policiais - e até de militares das forças armadas -, para sua defesa e proteção dos lucros. A polícia por sua vez endurece o combate, e essa política de drogas tem se provado desastrosa, como, aliás, qualquer política cujo custo-benefício seja um aumento do problema que pretende resolver. O constante aumento do consumo e da venda de drogas ilícitas, assim como o fenômeno do crack no Brasil - e o escândalo provocado -, não deixam dúvidas sobre isso.
Exposição da pesquisa "Drogas Adulteradas" no estande do Coletivo Balance no Universo Paralello 12 - Praia de Pratigi, Bahia
O ESTANDE DO BALANCE - Mercado Municipal
MURAL ECSTASY e LSD
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A “Droga” (dos fariseus)
"Quanto mais "droga" é confiscada pelos órgãos de repressão com as benesses de uma lei dúbia que proíbe certos produtos e certos vegetais e permite o comércio de outros, que são da mesma natureza e têm o mesmo propósito, embora possam também ter outros propósitos, mais "droga" invade o mercado, e com maior pureza. E quando alguém diz "droga", assim, no singular, uma coisa abstrata que tem diferentes significados no senso comum e todos eles errados, comete um erro equivalente a um erro de concordância verbal ou nominal, só que pior: ele nem sabe do que está falando. Quando alguém diz "droga", essa coisa bizarra e nefasta, ughhh!, fere os ouvidos e me repugna. Na maior parte das vezes, são de repórteres que ouço essa incompreensão."
Vincent Braz – colaborador blogueiro
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Moção em Apoio a Pesquisas com Substâncias Psicoativas
Editado e aumentado a partir de moção eleborada pela ABRAMD em seu 4o Congresso, realizado em Salvador na semana passada. A moção foi entregue na ocasião ao representantre da SENAD; o conteúdo espandido neste texto é de responsabilidade do autor.
por Luiz Paulo Guanabara
Os participantes do IV Congresso Internacional da ABRAMD, realizado em Salvador entre 31 de Outubro e 2 de Novembro de 2013, vem instar os órgãos governamentais, notadamente a SENAD e a ANVISA, nas suas respectivas áreas de atuação, a incentivar, fomentar, financiar e, especialmente, autorizar a realização de pesquisas e tratamentos clínicos utilizando substâncias psicoativas hoje consideradas ilícitas, como a maconha, a folha de coca e a cocaína, assim como as drogas usadas em festas, como o ecstasy e o LSD, reconhecendo as inegáveis evidências apontadas em pesquisas e experimentos internacionais sobre os benefícios desses produtos.
E cumprindo o que dispõe o art. 2o. parágrafo único da Lei 11.343./06, repudiar qualquer tipo de censura, punição ou discriminação em relação aos pesquisadores que realizem ou pretendam realizar esse tipo de investigação. Cientistas que fazem juz a esse nome não devem ter medo de compreender que a verdade das novas evidências talvez contradiga completamente o conhecimento que têm de determinados objetos de investigação. E devem parar de sustentar a mentira e a hipocrisia e pensar que um mundo melhor para todos é possível.
Apoio:
Psicotropicus – Centro Brasileiro de Política de Drogas
sábado, 26 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Livro “Maconha: Mitos e Fatos” - imagem do website
Abaixo dos menus, à direita, vc pode ver a imagem do livro Maconha: Mitos e Fatos. Com uma doação mínima de 25 reais vc pode receber em casa esse livro fundamental da literatura em português sobre a cannabis, tradução de uma pesquisa que abrangeu toda a literatura científica sobre a maconha no Século XX. Os autores são um especialista em psicofarmacologia, John P. Morgan, e uma socióloga, Lynn Zimmer.
Com o website fora do ar, não é mais possível fazer uma doação pelo PagSeguro e receber o livro, apenas por depósito bancário.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
A Declaração de Viena
Esta declaração foi lançada durante o Congresso Mundial de Aids, Viena, 2010, do qual participamos com uma apresentação oral, que em breve será publicada aqui. Estava na home page do website da Psicotropicus. Como nosso website vai ficar um tempo fora do ar, publicamos a Declaração de Viena no Psicoblog, para registro.
“A criminalização dos usuários de drogas ilícitas está fomentando a epidemia de HIV e resultou em consequências sociais e para a saúde extremamente negativas. É necessário uma reorientação completa da política.
Em resposta ao dano social e à saúde causado pelas drogas ilegais, um amplo regime de proibição internacional vem sendo desenvolvido sob os auspícios das Nações Unidas. Décadas de pesquisas proporcionam uma avaliação abrangente do impacto mundial da “Guerra às drogas”.




