O que você sabe sobre a história do uso de drogas? Pois saiba que a guerra às drogas é uma novidade perto tempo que essas substâncias são utilizadas pela humanidade. Nesse vídeo curtinho, lançado para promover a campanha de arrecadação de fundos para a Marcha da Maconha de São Paulo, o historiador Henrique Carneiro explica sobre essa questão.
Psicotropicus - Centro Brasileiro de Política de Drogas
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Edward MacRae conta a história da proibição da maconha no Brasil
Quem se dedica a estudar a história da proibição das drogas logo descobre que os motivos que levaram ao proibicionismo foram fundamentalmente sustentados com argumentos racistas e religiosos. Nesta entrevista o antropólogo Edward MacRae conta um pouco sobre o processo de criminalização da maconha no Brasil. Vale a pena assistir até o final!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Semana Verde agita o ativismo canábico em Niterói
Hoje o Psicoblog oferece uma ótima dica para os leitores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O coletivo que organiza a Marcha da Maconha de Niterói promove entre os dias 7 e 14 de abril a primeira Semana Verde da cidade fluminense. O evento contará com atividades culturais, debates com especialistas na área e com a exibição do documentário Cortina de Fumaça. Vale lembrar que todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. Confira abaixo a programação!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Concurso Cultural Psicotropicus e Hempadão: Vale um livro “Maconha: Mitos e Fatos”
A causa da legalização é nobre demais para ser feita sozinha. Somando forças e formando parcerias é possível ir bem longe e atingir um público cada vez maior. Nesta semana estamos realizando concurso cultural promovido em conjunto pela ONG Psicotropicus e pelo Hempadão!
Até a 23h59 da próxima terça-feira (21/03) vamos receber textos em forma de prosa ou poesia, no tamanho de uma página de Word, com corpo 12 e fonte Times New Roman com o tema da Legalização da Maconha e uma política de drogas mais racional. Os três melhores serão premiados com o livro “Maconha: Mitos e Fatos”, de Lynn Zimmer e John P. Morgan, recém-traduzido para o português pela Psicotropicus.
Fazendo uso de uma vasta referencia científica, a publicação desconstrói uma série de falácias que infelizmente ainda sustentam a criminalização da erva. Aqueles que não estão interessados em participar do concurso podem adquirir o livro com uma doação mínima de 25 reais para a ONG. Os textos devem ser enviados assinados para redacao@hempadao.com! Envie também sua idade e o estado onde você mora.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Plantações de maconha em expansão na Floresta Amazônica
Com a proibição, qualquer mercado anteriormente legal passa funcionar na ilegalidade. Proibido, o negócio passa a se estruturar dentro de uma rede criminal que em muitos casos é mantida com corrupção e violência. O fechamento de uma rota geralmente marca o início da abertura de outra que busque garantir o pleno funcionamento das atividades. Não é novidade para ninguém que é desta forma que o mercado de drogas funciona.
Uma reportagem publicada pelo jornal O Globo nesta semana revela a expansão de cultivos de maconha dentro Floresta Amazônica. Relatos de funcionários do Ibama afirmam que as plantações estão sendo feitas na região da Reserva Biológica do Gurupi (MA), que já sofre com a extração ilegal de madeira.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Luiz Paulo Guanabara tem registro musical no CD do I Festival Nacional da Cultura Canábica!
Poucos sabiam que além de diretor executivo da Psicotropicus e eventual flautista dos Seminários pelo Brasil e no mundo, Luiz Paulo Guanabara tem também uma obra como músico e compositor. O rap, com batida dance da época, foi feito para a novela Guerra sem Fim, exibida em 1993 pela extinta rede Mancehete.
Apesar dos quase 20 anos de sua criação, a música permanece atual o que evidencia a falha do estado no controle dessa verdadeira guerra sem fim contra as drogas. Dê play para ouvir a música Tiro na Tela e confira a letra e ficha técnica do som no final deste post:
No final do ano passado a música foi inscrita no I FENACUCA e se classificou entre as 10 melhores que foram registradas no CD do evento. Com parte da verba destinada a Marcha da Maconha, o I CD do Festival Nacional da Cultura Canábica conta com faixas exclusivas e pode ser comprado através da internet neste link!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Liberdade em Neves! Um show do Ponto de Equilíbrio na carceragem da Polinter
Quando foi preso injustamente por cultivar 10 pés de maconha para uso pessoal, o baixista da banda Ponto de Equilíbrio, Pedro Caetano, pode conhecer de perto as mazelas do sistema prisional brasileiro.
Mas nos 14 dias que passou atrás das grades, Pedro conheceu o delegado Orlando Zaccone, autor do livro “Acionistas do nada: quem são os traficantes de drogas”, que apresenta o perfil das pessoas presas e condenadas por tráficos de drogas dentro de um contexto sociológico. Passado este período, os dois se reencontraram para promover um show do Ponto de Equilíbrio na carceragem da Polinter de Neves, em São Gonçalo, onde Pedro ficou preso por alguns dias.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Cachimbos de escravos do século XIX são encontrados com resquícios de maconha
Assim como ocorre com boa parte das culturas marginalizadas, a história da maconha no Brasil ainda sofre com a falta de pesquisas e informações necessárias para sua preservação. Mas uma descoberta feita em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro coloca um pouco de luz neste caminho. De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Gois. no jornal O Globo, arqueólogos da UFRJ descobriram vestígios de maconha em cachimbos utilizados por escravos que viviam na região no século XIX.
Os primeiros escravos das etnias Quicongo e Quimbundo trouxeram as sementes de maconha escondidas na roupa. Na cultura desses grupos a maconha era utilizada em períodos de lazer e durante alguns rituais religiosos.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Os Caminhos para uma nova Lei de Drogas
Para o deputado, a legislação brasileira é misto da repressão norte-americana com o modelo de despenalização de usuários adotado na Europa. Ele ainda citou o exemplo de descriminalização em Portugal como um caso de sucesso no mundo.
Na hora de analisar o sistema repressivo, Paulo Teixeira expôs de forma bem direta a fragilidade do sistema. Para ele “a legislação de droga prende apenas o trabalhador. Os financiadores e administradores deste mercado ainda permanecem intocáveis”, declarou.
Defensor da total despenalização do usuário de drogas, o Deputado admitiu que a lei 11.343/06 fracassou ao endurecer o tratamento policial para os traficantes de drogas.
Repressão com inteligência
Apresentando as políticas adotadas pelo governo uruguaio nos últimos anos Jorge Ruibal Pino, Ministro da Suprema Corte de Justiça, explicou a estratégia adotada para combater a raiz financeira do narcotráfico, ao confiscar algumas fortunas de traficantes.
De acordo com Jorge Ruibal, a Suprema Corte uruguaia promove encontros com agentes policiais. Segundo ele, as reuniões servem para a troca de experiências para a construção de um sistema judiciário mais humano.
Por uma legislação menos punitiva
A última mesa da conferencia também não poupou críticas para o caráter essencialmente repressivo da Lei de Drogas. Para a juíza argentina Mónica Cuñarro, todas as leis de drogas violam os direitos a dignidade dos indivíduos. “Vale lembrar que a maioria dos países é signatário de tratados que obrigam o respeito total aos direitos humanos”, declarou.


