Foram chamados de
"Mitos" as ideias que circulam na mídia e em livros e textos científicos
que serviram de base para a população mundial ter hoje uma compreensão
equivocada a respeito da maconha. Os "Fatos" decorrem do estudo de
uma extensa coletânea das provas científicas produzidas no século XX e em geral
desmentem ou desconstroem cabalmente essas ideias que acabaram por marginalizar
e criminalizar a cannabis, uma planta utilizada há milênios pelos seres vivos.
Na primeira postagem estão os
textos iniciais e o MITO 1. Esta segunda postagem contém o MITO 2 "A
maconha não tem nenhum valor medicinal", e o MITO 3 "A maconha tem
grande poder de causar dependência". Em breve todos os capítulos estarão
publicados.
O livro MACONHA: MITOS E FATOS
– UMA REVISÃO DAS PROVAS CIENTÍFICAS é fruto de uma parceria entre a Drug
Policy Alliance (DPA), que cedeu os direitos autorais, e a Psicotropicus, que
traduziu, editou e lançou a obra em 2010.
O livro encontra-se traduzido
em uma dezena de línguas e agora pode ser lido em português. Ele será
totalmente disponibilizado neste blog e poderá ser livremente utilizado desde
que citada a fonte. Após nome do livro e autores: "Traduzido e editado por
Psicotropicus, 2010".
Foram chamados de
"Mitos" as ideias que circulam na mídia e em livros e textos científicos
que serviram de base para a população mundial ter hoje uma compreensão
equivocada a respeito da maconha. Os "Fatos" decorrem do estudo de
uma extensa coletânea das provas científicas produzidas no século XX e em geral
desmentem ou desconstroem cabalmente essas ideias que acabaram por marginalizar
e criminalizar a cannabis, uma planta utilizada há milênios pelos seres vivos.
Na primeira postagem estão os
textos iniciais e o MITO 1. Esta segunda postagem contém o MITO 2 "A
maconha não tem nenhum valor medicinal", e o MITO 3 "A maconha tem
grande poder de causar dependência". Em breve todos os capítulos estarão
publicados.
O livro MACONHA: MITOS E FATOS
– UMA REVISÃO DAS PROVAS CIENTÍFICAS é fruto de uma parceria entre a Drug
Policy Alliance (DPA), que cedeu os direitos autorais, e a Psicotropicus, que
traduziu, editou e lançou a obra em 2010.
O livro encontra-se traduzido
em uma dezena de línguas e agora pode ser lido em português. Ele será
totalmente disponibilizado neste blog e poderá ser livremente utilizado desde
que citada a fonte. Após nome do livro e autores: "Traduzido e editado por
Psicotropicus, 2010".
MITO 2
“Não há provas da eficácia do uso de maconha na
quimioterapia. Existem inúmeras drogas alternativas que dispensam qualquer
necessidade de empreender pesquisas sobre o assunto.”1
“Fumar maconha não pode ser qualificado como remédio... A
maconha como questão médica é uma campanha cuidadosamente orquestrada... por
hippies mais velhos, advogados e usuários de maconha que estão pregando uma
peça cruel em pessoas doentes e moribundas.”2
“Considerando-se os efeitos conhecidos da maconha sobre a
memória de curto prazo, parece provável que ela prejudicaria... a capacidade do
paciente de lembrar-se de tomar outros remédios... essenciais.”3
“O lobby em prol da droga explora o sofrimento de pacientes
portadores de doenças crônicas... como parte de uma estratégia para legalizar a
maconha para uso geral”4
“Não poderia haver pior mensagem para os jovens... Justamente
quando a nação está se esforçando ao máximo para ensinar adolescentes a não
consumir drogas psicoativas, estão lhes dizendo que a maconha [é um] remédio.”5
FATO 2
Foi demonstrado que a maconha é
eficiente na redução dos enjoos provocados pela quimioterapia de pacientes com
câncer, estimula o apetite em pacientes com AIDS e reduz a pressão
intraocular em pessoas com glaucoma. Existe ainda prova apreciável de que a
maconha reduz a espasticidade muscular em pacientes portadores de desordens
neurológicas. Pode-se obter uma pílula de THC sintético com receita médica, mas para muitos pacientes não é tão eficaz quanto a
maconha fumada. O THC puro pode também produzir maiores efeitos psicoativos
colaterais desagradáveis do que a maconha fumada. Atualmente, muitas pessoas
usam maconha como medicamento, a despeito da ilegalidade. Ao fazê-lo, estão se
arriscando à detenção e prisão.
