Quem se dedica a estudar a história da proibição das drogas logo descobre que os motivos que levaram ao proibicionismo foram fundamentalmente sustentados com argumentos racistas e religiosos. Nesta entrevista o antropólogo Edward MacRae conta um pouco sobre o processo de criminalização da maconha no Brasil. Vale a pena assistir até o final!
Psicotropicus - Centro Brasileiro de Política de Drogas
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Novidade na Indústria da guerra às drogas: cão farejador particular!
A paranoia repressiva alavancada pela guerra às drogas avança para dentro do relacionamento familiar nos Estados Unidos. Por apenas 100 dólares um chefe de família pode contratar um cão farejador que faz uma "geral" na casa em busca drogas escondidas no quarto dos filhos.
A proprietária da empresa Drug Dog Services LLC defende o serviço e garante que autoridade policial não é notificada se alguma substância ilícita for encontrada dentro da casa do cliente. A decisão sobre o que fazer fica com a família. "Se alguém me liga (pedindo cães farejadores), é porque no fundo já acha que seu filho está usando drogas. E provavelmente está certo."
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Conheça o Incarcerex: a droga para políticos probicionistas!
O vídeo abaixo é uma provocação contra os políticos defensores da guerra às drogas. Nixon dizia com orgulho que não pouparia recursos para construir a quantidade de prisões necessárias para abrigar todos os traficantes e usuários de drogas dos Estados Unidos. Para esse tipo de político a Drug Policy Alliance oferece o Incarcerex.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Reunião sobre Política de Drogas no escritório da Psicotropicus
Prezados,
Estamos organizando uma primeira reunião sobre a situação da política de drogas no Brasil e estratégias de ativismo. Essa reunião vai acontecer no escritório da Psicotropicus e as vagas estão disponíveis para os primeiros dez interessados que entrarem em contato através do e-mail psicotropicus@psicotropicus.org - com assunto: reunião fevereiro.
Você receberá a confirmação da sua vaga em cerca de três dias. Confirmar sua presença é muito importante, pois o espaço não é muito grande e provavelmente haverá muito interesse.
Data: 9 de fevereiro, das 17 as 19:30h
Av General Justo 275-sala 316-B, Castelo, Centro
Rio de Janeiro
As reuniões serão quinzenais e aqueles que não obtiverem vaga nessa primeira ficarão automaticamente numa lista para participar da reunião seguinte - que será em março. Pretendemos ouvir o que todos têm a dizer e falar dos projetos da Psicotropicus. Se houver necessidade, um espaço maior poderá ser providenciado.
Saudações psicotrópicas,
Equipe Psicotropicus
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Primeira Marcha da Maconha de 2012
O primeiro ato público em defesa da legalização da maconha no ano de 2012 foi a Marcha da Maconha do Fórum Social Temático, que aconteceu em Porto Alegre na semana passada.
No ano que o Supremo Tribunal Federal deve julgar a constitucionalidade da criminalização do usuário de drogas o ativismo popular torna-se ainda mais importante e necessário para a mudança na lei!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Novas fronteiras na Guerra às Drogas mexicana
A insistência do governo do mexicano (com amplo apoio dos Estados Unidos) em conduzir uma sangrenta guerra às drogas tem provocado uma migração da violência para regiões antes consideradas "seguras". Desde que o presidente Felipe Calderón assumiu o poder, em janeiro de 2006, já foram contabilizados 47 óbitos nessa guerra.
Na última semana dois corpos decapitados foram deixando dentro de um veículo na porta de um luxuoso shopping da cidade do México. No ano passado, 26 corpos foram despejados no centro de Guadalajara, outra cidade que não sofria os efeitos da guerra às drogas. Em Veracruz um batalhão policial inteiro foi demitido com acusações de corrupção.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Mensagem do Conselho Federal de Psicologia sobre drogas e cidadania
Quando a polícia iniciou sua ação de “dor e sofrimento” na cracolândia de São Paulo o Conselho Federal de Psicologia foi uma das primeiras vozes de oposição a intervenção puramente policial e a proposta de internação compulsória dos usuários de drogas.
No vídeo abaixo, o CFP apresenta de forma didática um panorama do uso de drogas no Brasil e os caminhos e descaminhos das políticas de recuperação adotadas pelo governo.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
100 anos Guerra às Drogas. Como tudo começou!
Há exatos 100 anos uma convenção realizada em Haia, na Holanda, dava inicio a política repressiva de controle do uso de drogas. Contando com representantes de China, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Irã (então, Pérsia), Portugal, Rússia, Tailândia, Reino Unido e territórios britânicos (incluindo a Índia) a Convenção Internacional do Ópio abriu caminho para a guerra às drogas.
O debate girou em torno do controle de quatro drogas: ópio, morfina, cocaína e heroína. De um lado, China e Estados Unidos tentavam estabelecer regras duras para o comércio. Do outro lado da mesa as principais potências europeias tentavam protelar as negociações do olho no lucrativo comércio de ópio que vinha se expandindo desde a segunda metade do século 19.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O cultivo de maconha e o circo dos horrores da imprensa!
A reportagem abaixo é um ótimo exemplo do que deve ser preservado para mostrar para apresentar as próximas gerações como a política de guerra às drogas foi desastrosa.
Apesar da tentativa do repórter de transformar a notícia da apreensão de um pé de maconha em um circo midiático o jovem Pedro Henrique Correia Oliveira, de 21 anos, deu uma aula de pacifismo que destrói todo discurso de violência criado pelo proibicionismo. Veja e divulgue!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Nota de repúdio à política de “dor e sofrimento” na cracolândia
O Centro Acadêmico XI de Agosto, entidade representativa dos estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), vem a público manifestar repúdio ao Plano de Ação Integrada Centro Legal, iniciado em 03 de janeiro de 2012 na Cracolândia, região central de São Paulo.
O plano é errado tanto na sua concepção, quanto no modo como é executado. Esse projeto envolve a ação da Polícia Militar na região, buscando inibir o tráfico de drogas e dispersar os seus usuários, que também seriam impedidos de se fixar em outros locais. A denominada “política de dor e sofrimento” visa provocar abstinência nos usuários de crack, a partir da qual, em visão equivocada, eles buscariam tratamento junto ao Poder Público.





