Psicotropicus - Centro Brasileiro de Política de Drogas

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Conheça o Incarcerex: a droga para políticos probicionistas!

O vídeo abaixo é uma provocação contra os políticos defensores da guerra às drogas. Nixon dizia com orgulho que não pouparia recursos para construir a quantidade de prisões necessárias para abrigar todos os traficantes e usuários de drogas dos Estados Unidos. Para esse tipo de político a Drug Policy Alliance oferece o Incarcerex.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Reunião sobre Política de Drogas no escritório da Psicotropicus

Prezados,

Estamos organizando uma primeira reunião sobre a situação da política de drogas no Brasil e estratégias de ativismo. Essa reunião vai acontecer no escritório da Psicotropicus e as vagas estão disponíveis para os primeiros dez interessados que entrarem em contato através do e-mail psicotropicus@psicotropicus.org - com assunto: reunião fevereiro.

Você receberá a confirmação da sua vaga em cerca de três dias. Confirmar sua presença é muito importante, pois o espaço não é muito grande e provavelmente haverá muito interesse.

Data: 9 de fevereiro, das 17 as 19:30h
Av General Justo 275-sala 316-B, Castelo, Centro
Rio de Janeiro

As reuniões serão quinzenais e aqueles que não obtiverem vaga nessa primeira ficarão automaticamente numa lista para participar da reunião seguinte - que será em março. Pretendemos ouvir o que todos têm a dizer e falar dos projetos da Psicotropicus. Se houver necessidade, um espaço maior poderá ser providenciado.

Saudações psicotrópicas,
Equipe Psicotropicus

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Primeira Marcha da Maconha de 2012

O primeiro ato público em defesa da legalização da maconha no ano de 2012 foi a Marcha da Maconha do Fórum Social Temático, que aconteceu em Porto Alegre na semana passada.

No ano que o Supremo Tribunal Federal deve julgar a constitucionalidade da criminalização do usuário de drogas o ativismo popular torna-se ainda mais importante e necessário para a mudança na lei!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Novas fronteiras na Guerra às Drogas mexicana

A insistência do governo do mexicano (com amplo apoio dos Estados Unidos) em conduzir uma sangrenta guerra às drogas tem provocado uma migração da violência para regiões antes consideradas "seguras". Desde que o presidente Felipe Calderón assumiu o poder, em janeiro de 2006, já foram contabilizados 47 óbitos nessa guerra.

Na última semana dois corpos decapitados foram deixando dentro de um veículo na porta de um luxuoso shopping da cidade do México. No ano passado, 26 corpos foram despejados no centro de Guadalajara, outra cidade que não sofria os efeitos da guerra às drogas. Em Veracruz um batalhão policial inteiro foi demitido com acusações de corrupção.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Mensagem do Conselho Federal de Psicologia sobre drogas e cidadania

Quando a polícia iniciou sua ação de “dor e sofrimento” na cracolândia de São Paulo o Conselho Federal de Psicologia foi uma das primeiras vozes de oposição a intervenção puramente policial e a proposta de internação compulsória dos usuários de drogas.

No vídeo abaixo, o CFP apresenta de forma didática um panorama do uso de drogas no Brasil e os caminhos e descaminhos das políticas de recuperação adotadas pelo governo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

100 anos Guerra às Drogas. Como tudo começou!

Há exatos 100 anos uma convenção realizada em Haia, na Holanda, dava inicio a política repressiva de controle do uso de drogas. Contando com representantes de China, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Irã (então, Pérsia), Portugal, Rússia, Tailândia, Reino Unido e territórios britânicos (incluindo a Índia) a Convenção Internacional do Ópio abriu caminho para a guerra às drogas.

O debate girou em torno do controle de quatro drogas: ópio, morfina, cocaína e heroína. De um lado, China e Estados Unidos tentavam estabelecer regras duras para o comércio. Do outro lado da mesa as principais potências europeias tentavam protelar as negociações do olho no lucrativo comércio de ópio que vinha se expandindo desde a segunda metade do século 19.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O cultivo de maconha e o circo dos horrores da imprensa!

A reportagem abaixo é um ótimo exemplo do que deve ser preservado para mostrar para apresentar as próximas gerações como a política de guerra às drogas foi desastrosa.

Apesar da tentativa do repórter de transformar a notícia da apreensão de um pé de maconha em um circo midiático o jovem Pedro Henrique Correia Oliveira, de 21 anos, deu uma aula de pacifismo que destrói todo discurso de violência criado pelo proibicionismo. Veja e divulgue!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Nota de repúdio à política de “dor e sofrimento” na cracolândia

O Centro Acadêmico XI de Agosto, entidade representativa dos estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), vem a público manifestar repúdio ao Plano de Ação Integrada Centro Legal, iniciado em 03 de janeiro de 2012 na Cracolândia, região central de São Paulo.

O plano é errado tanto na sua concepção, quanto no modo como é executado. Esse projeto envolve a ação da Polícia Militar na região, buscando inibir o tráfico de drogas e dispersar os seus usuários, que também seriam impedidos de se fixar em outros locais. A denominada “política de dor e sofrimento” visa provocar abstinência nos usuários de crack, a partir da qual, em visão equivocada, eles buscariam tratamento junto ao Poder Público.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A maconha como alternativa ao uso do crack!

Ainda no clima da desastrosa ação policial na cracolândia de São Paulo vamos apresentar uma experiência que mostra como é possível cuidar de dependentes químicos sem o uso da força policial e da questionável internação compulsória. No vídeo abaixo o psiquiatra Dartiu Xavier, da Unifesp, explica como um grupo atendido no Proad abandonou a dependência do crack.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Enxugando o gelo na Cracolândia de São Paulo!

A tão alarmada intervenção do Estado na Região da Cracolância de São Paulo deixou números de uma típica ofensiva "enxuga gelo" da guerra às drogas. Após três dias de operação constante e 538 abordagens que prometiam acabar com o tráfico na região foram apresentadas apenas 21 gramas (isso mesmo, gramas!) e quatro pessoas presas por terem mandado de prisão.

Apesar da anunciada assistência social aos usuários de drogas ninguém foi encaminhado aos centros de recuperação. Afinal, espaço prometido pela prefeitura, com capacidade para 1200 pessoas, só deve ser inaugurado em 30 dias. Sem admitir o fracasso da operação a polícia segue argumentando que vai erradicar o consumo de crack no centro de São Paulo. "Em 30 dias vamos identificar traficantes e cortar a chegada de crack na região", disse o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Camilo.